Barbarella XXX – An Axel Braun Parody

De todos os filmes que Hollywood já fez, Barbarella é o que mais necessitava de adaptações para o mundo pornô. O filme é tão cheio de referências ao sexo, que chegava a ser uma maldade ninguém ter feito paródia pornô ainda. Felizmente a nobre alma que atendeu a esse pedido moral foi o Axel Braun, o nosso querido “Barão das Paródias”.

Para aqueles que nunca viram o filme original: Barbarella conta a história futurista de uma “astronauta terráquea”, que tem como missão encontrar e salvar um valioso cientista que se perdeu em algum planeta distante. Na trama, Barbarella vive num mundo onde não existe “guerra”, só paz e amor (entenda como “sexo”). Interpretada pela (ainda) bela Jane Fonda, a mocinha que dá nome ao filme, sai pelo espaço e acaba encontrando tudo o que não deveria.

Barbarella XXX é parecida com o filme original?

Ter a oportunidade de ver Barbarella XXX foi especial para mim. Sou fã do filme original, e já imaginei várias cenas de sexo dentro dele. Minha expectativa estava bem alta quando dei o play e, para minha surpresa, elas foram atendidas. Não que Barbarella XXX seja a melhor paródia pornô, mas dá pra dizer que ela cumpre com o prometido.

Pra começo de conversa, podemos dizer que Barbarella XXX é um pornô com história. O filme começa do mesmo jeito que o original, mostrando a mocinha em gravidade zero, a diferença é que ela está tirando a roupa e não colocando. Até a musiquinha que toca de fundo é parecida, só que a letra é cheia de sacanagem.

A atriz que interpreta Barbarella é uma loira peituda bem genérica, o que não é muito diferente da Jane Fonda no original. A primeira cena de sexo que ela encara é um menage com dois “mecânicos espaciais”. Nem chega a ser a melhor cena de menage que já vi numa paródia do Axel Braun, porém dá um tesão forte se você curte esse tipo de coisa.

Barbarella

O resto das cenas de sexo seguem a mesma ideia. Todas elas se mantem dentro da história original e não são gratuitas. Rola um pouco de tudo, menos anal, porque… sei lá. Parece que o público de paródias pornô não curte anal. Ou as atrizes não aceitam fazer. Vai entender essa porra?!

O maior destaque nas cenas de sexo vai para a maravilhosa Asa Akira. Dessa vez a morena descendente de asiáticos encara um sexo grupal lésbico, que termina uma sequência de masturbação entre ela e a Rachel Madori. Por algum motivo a cena toda ficou fácil de acreditar. Realmente parecia que as atrizes cutiram muito filmar.

Vale gastar tempo com Barbarella XXX?

Barbarella XXX é um pornô para quem curte se envolver. Se você só quer sacar o pau, ficar com tesão e bater uma, desista. é preciso ver o filme todo, ir curtindo aos poucos e se deliciando. Obviamente essas características fazem dele um filme para ser visto com a(o) namorada(o). Pode até ser uma boa porta de entrada para aquela companheira que vive falando mal de filmes pornô.

O elenco é bom. As cenas de sexo estão no tempo e na temperaturas certas. Tem bastante comédia. E a qualidade técnica é ótima. Você não vai esfriar o tesão porque alguma atriz ficou encarando a câmera, ou apareceu algum detalhe bizarro. Talvez o único ponto falho de Barbarella XXX seja o fato dele ter tantas mulheres genéricas. Tirando a Asa Akira, todas as outras atrizes são esquecíveis. Mas ainda é um bom filme.

Ficha Técnica
Nome: Barbarella XXX – An Axel Braun Parody
Ano: Março de 2015
Produtora: Wicked Pictures
Duração: 170 minutos
Elenco: Riley Steele, Asa Akira, Tera Patrick, Priya Rai, Chanell Heart, Rachel Midori, Selma Sins, Jessica Ryan, Evan Stone, Ron Jeremy, Eric Masterson, James Bartholet, Kurt Lockwood, Alec Knight

Trailer


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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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Crítico de Pornô

Desde pequeno, "O crítico" é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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