De todas as “habilidades femininas”, a capacidade de se expressar com apenas um olhar é a mais poderosa. Algumas delas são capazes de causar fortes ereções num homem só com o olhar. E ainda que nos achemos fortes o bastante para fugir dessas “encantadoras”, a verdade é que não queremos resistir.  Ou pelo menos foi isso que eu aprendi ao conhecer a linda Pocahontas.

O primeiro contato com a Pocahontas foi acompanhando a 2ª edição do CasaHot. A presença da morena era diferente do que havia visto com outras camgirls. Na hora pensei “Ok. Preciso conhecê-la”. E não foi fácil falar com a moça. Acabaram acontecendo uns imprevistos, mas no terceiro dia marcado conseguimos um horário.

Como foi “encontro” com a Pocahontas? 

Resolvi que faria diferente com a Pocahontas. Comecei a coisa de uma maneira mais fria, fazendo uma espécie de “entrevista” pelo chat do próprio CameraHot. O que foi bem arriscado. Eu tinha apenas 150 créditos para gastar e ainda precisava “curtir”.

Conversamos sobre como ela entrou para o mundo das camgirls e sobre sua vida pessoal. E não estou mentindo quando digo que o papo estava extremamente gostoso. O problema é que eu estava fixado nos olhos da Pocahontas e eles estavam me excitando de uma forma absurda. Isso sem falar nos seios maravilhosos.

Quando a brincadeira ficou mais “forte”, ficou complicado manter meu profissionalismo. A mulher é uma maravilha! O corpo é daquele tipo “todo proporcional”, nada é muito grande ou muito pequeno. Porém o forte dessa morena é a atitude. Começa com um jeitinho tímido, quase distante. Vai evoluindo para um nível absurdo de sinceridade na forma de falar e na maneira que ela encara a câmera. Esquenta muito quando ela decide esquentar e te puxar para o mundinho dela.

pocahontas

E como é a Pocahontas na “hora H”?

Fica bem claro que ela gosta de ser observada. Não existe “gemidos fingidos” e nem posicionamento só para satisfazer o espectador. Vi uma mulher linda, que levou uns 40 minutos para me ganhar só com os olhares, engolir um consolo todo sem sufocar. Ou seja: depois de um bom papo, desses que não se consegue com qualquer pessoa, ela me fez acreditar que estava me engolindo inteiro.

Cada brincadeira que seguiu, foi focada em causar prazer naquele corpo lindo. Cada centímetro do brinquedo que ia entrando, dava para ver sua barriga tensionando. Até as expressões dela mudaram completamente quando o prazer se tornou mais forte. E não pense que ela se esqueceu de mim. Até quando ela resolveu ficar de 4, ainda olhava diretamente para a câmera e me mostrava como estava sentindo prazer, me deixando doido.

Num determinado momento parei de tirar prints e me concentrei em aproveitar o que estava ali na minha frente. Não me arrependo, porque foi um dos poucos momentos da minha vida, em que vi uma mulher se masturbar sem preocupações de querer agradar. Nem preciso dizer o quão foda foi essa experiência, né?

Minha conclusão sobre a Pocahontas

O tempo todo em que estivemos “juntos”, a Pocahontas não tirou os olhos da câmera e do monitor. Me senti observado. Me senti fazendo sexo, ainda que virtual, com uma das mulheres mais interessantes que conheci nos últimos tempos.

Fica bem claro que ela não é para qualquer um. Também é bem provável que um espectador mais interessado na experiência se apaixone por ela. É difícil não adorar alguém que consegue te dominar com os olhos e ainda assim parecer a pessoa mais sincera e aberta do mundo.

Eu me senti como parte do que estava vendo e só isso vale mais do que qualquer crédito. Se você quer viver a mesma experiência, seja educado, conheça os dias dela, entre em sua sala e a trate bem. Sua recompensa vai ser acima do esperado.


 

 

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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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