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Depois das resenhas sobre as paródias pornô, resolvemos que já estava na hora de falar sobre os filmes nacionais. Infelizmente o cenário pornô brasileiro é fraquinho no quesito paródias. Porém não deixamos de ter clássicos que ficaram marcadas na mente dos punheteiros de plantão. E pra começar esse novo quadro focado em Clássicos do Pornô Nacional, escolhemos o filme Histórias de uma Gueixa 2. Se você tem menos de 25 anos e ainda não conhece essa obra prima do pornô nacional, leia com atenção! Se você conhece, recoste bem na cadeira e curta essa postagem.

NÃO É UMA PARÓDIA, MAS É BOM

Ainda que seja só uma continuação, Histórias de uma Gueixa 2 foi mais “importante” que seu antecessor. Ele conseguiu juntar um elenco que estava em alta na época. Atrizes e atores famosos e que chamavam atenção do público. E Apesar do nome, o filme não é uma paródia pornô.

Na real, não existe uma história que ligue as cenas do filme. Ao todo são 5 cenas de sexo, 3 delas com sexo anal, todas com facial. É tem o creme de la creme da época de bronze do pornô nacional. Até o investimento na decoração e no figurino das atrizes foi alto. Fora que são várias sub celebridades dando o seu melhor, umas mais, outras menos. Dá até pra dizer que Histórias de uma Gueixa 2 mistura um pouco de pornô gonzo, com pornô convencional.

ELENCO DE PESO, CENAS SÓLIDAS

A força de Histórias de uma Gueixa 2 está no elenco. Ele reúne várias carinhas carimbadas que passaram pelo pornô nacional com força. No núcleo feminino temos: Bruna Ferraz, Márcia Imperator, Julia Paes, Anne Midore e Natalia Lemos. No masculino os nomes também são de peso: Edu Costa, Vitor Gaucho, Big Macky e Vitor Lion.

O filme já começa com uma das melhores cenas que a Julia Paes fez em sua carreira. Ela pega logo de cara o Edu Costa, e é ele que faz a parada ficar boa. A Julia em si foi uma boa atriz, mas o cara sabe conduzir. Os dois tem uma química muito legal e o sexo corre naquele esquema “maquinal” do pornô nacional, mas nem por isso deixa de ser bom.

Quem brilha mesmo no filme é Bruna Ferraz, que tem 2 cenas. Aliás: as duas melhores cenas do filme todo. Na primeira, ela contracena com o Vitor Gaucho, e dá pra ver como o cara sofre pra não gozar logo no começo. São poucas as atrizes do pornô da época que sustentavam uma cena de anal com a Bruna. Na segunda cena, e última do filme, quem segura a nossa musa do anal é o Vitor Lion. Assim… ele é um cara já tinha mais experiência no pornô, então a cena acaba sendo linda.

A única cena do filme que “decepciona” é justamente com a Márcia Imperator. Contracenada em conjunto com a Anne Midore e o Pit Garcia, a cena não chega aos pés do que esses atores já fizeram. E eu poderia ficar falando de todos os pontos fracos, mas o principal é que a Márcia não dá aqueles urros quando goza. Aliás: fica até difícil de achar que ela curtiu fazer a cena. Enfim… não vou ficar destacando a parte ruim a troco de nada.

Gueixa

POR QUE É UM CLÁSSICO?

Agora você deve estar se perguntando porque esse filme é um clássico. E a resposta é bem simples: qualidade de produção. O que normalmente é o ponto fraco do pornô nacional, em Histórias de uma Gueixa 2 é a melhor parte. Não tem a menor contextualização de roteiro, mas foda-se o roteiro, né? O importante é que fizeram algo bonito, que dá tesão e com uma leva de atrizes bonitas. Ok, não são as melhores atrizes pornô, mas também não são aqueles bagulhos. Histórias de uma Gueixa 2 é uma dica para quem quer lembrar de uma parte boa, dentro de uma época “controversa” do pornô nacional.


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Desde pequeno, "O crítico" é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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