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As temáticas que usamos para o pornô nacionais normalmente são grandes clichês. Tem filme sobre “colegiais taradas”, vizinhas assanhadas, mulheres de corno etc. Mas é quando queremos “pegar pesado” que nos destacamos. A maior prova disso é a série Incesto, da As Panteras. E hoje vamos falar sobre o mais emblemático deles, Incesto 5: Em Nome da Mãe e do Filho.

O BOM ROTEIRO MELHORA A PRODUÇÃO MERDA

Para um pornô de 2008, com pouca verba, Incesto 5 não é nenhum primor de produção. O padrão de qualidade nas filmagens baixo, como de costume. A questão é que se não fosse um único item, o filme seria mais uma das produções vergonhosas que o pornô nacional fez. Mas Incesto 5: Em nome da mãe e do filho tinha um trunfo: o roteiro.

O filme já começa dizendo que é baseado na historia relatada e vivida por “Dalva de Salvador (Bahia)”. E se você acredita nisso, é louco! A trama é um clássico da situação incestuosa: mãe que vê o filho crescer e se tornar um bonito homem, agora o deseja, por já não ter mais que aplaque sua “sede de sexo”. Essa trama bobinha se torna especial, porque é construída para criar “realismo”. Na história a MILF ruiva, Michelly Fernandez, é uma viúva que, depois de muito fuder com o marido, precisou criar seus 2 filhos sozinha. Ela aparenta ser uma boa mãe. O problema começa quando Michelly nota que seu amado filho virou um homem gostoso e parecido com o pai. E é aí que começa o sexo do filme.

SEXO BOM, SEXO FORTE, SEXO SEM MIMIMI

Apesar da produção ruim, as cenas de sexo são FODAS! Ao todo são 3 cenas de mais ou menos 25 minutos, uma quantidade abaixo da média dos pornôs nacionais. Culpa do diretor Richard de Castro, que não é conhecido por fazer muitos cortes. O cara mostra desde do oral ao anal, sem cortar os beijos e as roupas sendo tiradas. Isso acaba sendo bem legal para o espectador. Filmes como Incesto 5, a ideia é de estar vendo a cena pessoalmente.

Na primeira rodada temos a dupla Yuri e Melissa Pitanga, e os dois mandam muito bem. A química é boa, o desenvolvimento é bom e não tem aquelas poses bizarras e complicadas. Já na segunda cena de sexo tem um ménage com a Lorena Diniz, Vinny e Yuri. Não é a melhor cena de ménage do mundo, mas inspira. Até rola um DP, porém a Lorena parece não aguentar muito os dois ao mesmo tempo. Não são pirocas pequenas, então dá pra entender a moça. A grande jogada é a terceira cena de sexo, mas essa precisa ser explicada de uma forma mais elaborada.

UMA CENA FODA + UMA ATRIZ FODA = SEXO FODA

Incesto 5: Em Nome da Mãe e do Filho só é um clássico do pornô nacional por causa de sua última cena de sexo. Tudo começa com “mãe” (Michelly Fernandez) deitada na cama, só de lingerie e se masturbando enquanto lembra de seu falecido marido. O “filho” (Yuri) chega em casa e vê essa imagem linda. O cara não se aguenta e corre pro abraço. Poucas vezes no pornô nacional alguém fudeu com tanto gosto e vontade como Yuri e Michelly Fernandez.

A coroa já começa dando uma mamada no pau do Yuri de um jeito que faria muitos de nós gozar ali mesmo. E o cara também não a perdoa. Quando começa a meter, vai com uma força e vontade. Dá pra ver que as reações da Michelly não são falsas. Ela goza duas vezes durante a cena. Dá para perceber quando a ruiva perde a forças depois de uma gozada forte. E só essa cena já vale todo o filme, transformando Incesto 5: Em Nome da Mãe e do Filho, num dos grandes clássicos do pornô brasileiro.


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