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A vida em casal pode se tornar um pouco complicada com o passar dos anos. Conviver com a mesma pessoa por um longo tempo, aumenta as chances de cansar da pessoa. Não são poucos os casais que vão perdendo o “fogo” conforme vão se conhecendo melhor e dividindo a vida. Porém nem tudo é um caminho sem retorno e nem todos os casais deixam a monotonia tomar conta de suas vidas. Um belo exemplo de como a putaria pode ajudar a manter um relacionamento quente é o casal Eduardo & Mônica, que conhecemos através do twitter e já nos apaixonamos de cara.

Praticante do exibicionismo, Edu & Mônica são casados a 13 anos e tem um perfil a 6 anos no twitter, onde além de compartilhar seus pensamentos também postam fotos e vídeos no melhor estilo “amadores”. Batemos um papo com o casal para entender como funciona essa vida dupla de casal exibicionista.

Eduardo

PBG: Como surgiu essa vontade de se expressarem sexualmente?
Eduardo & Mônica: Esse negócio de se expor aqui (Twitter), veio da vontade de trocarmos fotos e mensagens mais picantes, que não podem aparecer no facebook e Instagram. A brincadeira era a princípio entre nós dois e eu (Mônica) sequer sabia que existia esse mundo “paralelo” no Twitter, até o Eduardo me apresentar.

Como já usávamos o Twitter para outras coisas, eu sugeri que fizéssemos um twitter “fake” para brincar entre nós. Foi aí que ele me apresentou as contas de casais exibicionistas e achei legal e começamos a postar. Ele (Edu) sempre me falava que éramos um casal “fotogênico”, mas eu nunca havia visto um filme pornô e não fazia ideia que iria agradar. O tesão entre nós sempre foi muito grande e com o twitter ficou ainda maior. Edu sempre fez vídeos e fotos de nossas transas, mas eu não via, porque tinha vergonha de olhar minha bunda (risos). Aí, de repente, a brincadeira tomou proporções gigantes para nós. Não promovemos nada, nem ninguém, nem pedimos promoção e mesmo assim a conta continuava crescendo todo dia.

No começo foi meio assustador esse assédio todo, até porque somos casados e monogâmicos. Conversamos sobre o assédio que é pesado, estabelecemos regras e a conta vai bem, obrigada, com mais de 12 mil seguidores.

PBG: E essa relação com o twitter e o mundo real, como funciona? Vocês, provavelmente, não usam o nome real. Mas alguém de fora do twitter sabe do perfil Edu&Monica? Alguém que conheça vocês pessoalmente.
Eduardo & Mônica: Usamos Eduardo e Mônica em homenagem a banda Legião Urbana, porque gostamos demais, e essa música, em especial, porque retrata um pouco da nossa história, nossa diferença de idade e tantas outras coisas que eles cantam e que bate com nossas ideias.

A relação do Twitter com a vida real, é como viver num mundo paralelo mesmo. A família não sabe que ele (perfil no Twitter) existe. As amizades não se misturam. Não conhecemos pessoalmente os “amigos” aqui do mundo paralelo. A unica pessoa “real” que sabe da existência dessa conta é nossa secretaria, nosso braço direito, Marcela*. As vezes mostro algumas fotos para ela, mas é “papo de mulher”. Falamos sobre a pele, unhas, celulites (risos). É uma outra análise da situação. É engraçado, porque ela tem mais medo de sermos descobertos do que nós mesmos.

Lógico que eu não quero explanar isso aqui (perfil no twitter) para os conhecidos, mas também tenho em mente que não estou fazendo algo de errado, não prejudicamos ninguém. Muito pelo contrário, fazemos uma galera feliz!

PBG: Como é lidar com essas 12 mil pessoas? Tem muito maluco ou a galera dá um apoio legal ao que vocês postam?
Eduardo & Mônica: É um negócio meio doido, porque tem de tudo. A abordagem na DM é grande e não conseguimos dar atenção à todos. Aparecem malucos de todas as nacionalidades tentando se aproximar. Uns querem trocar uma ideia, e é engraçado para mim acompanhar a conversa do Edu com eles falando a meu respeito. É uma conversa que Edu jamais teria com um amigo de verdade e mesmo que tivesse, eu não iria acompanhar, mas aqui vejo. Tem uns que mandam o número de telefone e pedem contato. Tem os idiotas que mandam foto do pau, tomam um esculacho e um block. Tem adolescentes que gostam de conversar e acabo levando um papo meio de mãe, dou conselhos.

PBG: Vocês se veem como pessoas influentes? Nesses papos de mãe, já ajudaram realmente alguém a se aceitar melhor? Porque grande parte das pessoas que acompanham casais exibicionistas, tem muito medo de se exibir.
E & M: Não sei dizer exatamente se influenciei alguém, mas eu acho que servimos de exemplo para muitas pessoas de que é possível se exibir com respeito. Muitos falam que queriam ter uma esposa como eu no sentido de estar aqui. Eles comentam que as esposas tem vergonha e acredito que muitas nem sabem que seus maridos estão vendo esse perfil ou que tem esse desejo. Também acredito que muitos deles não tem cabeça para expor a esposa e administrar o assédio, que é grande.

Olhar e desejar é uma coisa, ter a atitude é outra bem distante. Se o casal não estiver em perfeita sintonia, isso aqui pode se tornar o inicio do fim. Teve um adolescente que veio me contar que gostava de usar um tipo de roupa, mas tinha vergonha. Mandou fotos das roupas para saber minha opinião. Outro dia ele apareceu e contou que terminou com a namorada.

PBG: Caramba… por causa das roupas?
E & M: Não, até porque as roupas não eram nada demais. Ele falou que não estavam mais se entendendo. Agora uma coisa que me assusta é o português. Eles escrevem muito errado, erros básicos de gramatica. Não conseguem formular uma frase.

Tem um seguidor que outro dia foi num show cover da Legião Urbana e lembrou de nós e veio contar que curtiu uma onda boa. Isso é legal, saber que passamos uma energia legal que vai e volta.

PBG: Vocês gostam de seguir outros casais exibicionistas?
E & M: Sim, mas quem normalmente seleciona quem seguimos é o Edu. E é ele também que administra essa aproximação, pois muitos aparecem querendo troca de casais, mas isso não esta em nossos planos. A monogamia é presente e não me vejo com outro homem e também não tenho esse tesão. Até falar com os seguidores na DM, no inicio foi meio assustador para mim. Não sabia como me portar diante de um homem me assediando com ele (Edu) acompanhando. Mas ele me incentivou e hoje é tranquilo. E esse assédio é revertido em tesão entre nós. É bom para o homem saber que sua mulher é desejada e sem sombra de dúvidas faz bem a minha auto estima.

PBG: Teve algum processo de “facilitação”? Vocês costumavam ver pornografia juntos ou algo do tipo?
E & M: Edu sempre colecionou fotos e vídeos de nossas transas e estou vendo eles só agora, porque eu tinha vergonha de ver. Nunca gostei de filmes pornôs, mas tenho me divertido aqui. O último vídeo que ele postou já tem alguns anos e só fui ver agora, junto com meus seguidores (risos). Mulher tem aquela coisa de ver se o cabelo está bom, se tem pelanca balançando, diferente de homem, e por isso eu nunca quis ver, mas também nunca me incomodei dele fazer. Ele sempre falava que eles eram ótimos e hoje eu acredito (risos). O único facilitador foi o fato dele conhecer as contas de casais aqui. Eu não fazia ideia que isso existia. Para mim é tudo novo e movido a tesão.

PBG: O que vocês tem a dizer para os casais que querem entrar no mundo exibicionismo? Tem algum “caminho das pedras”?
E & M: Eu acho que a confiança tem que ser grande e mútua. Se não houver essa confiança, a chance de dar algo errado é grande porque o assédio existe e é grande. O diálogo é muito importante para manter a situação leve e divertida, como tem que ser. Para os casais que tem vontade venham, porque é muito divertido!

 


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