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Depois da entrevista com a Larya, percebi que conhecia pouco sobre as Camgirls e o sexo ao vivo webcam. Até aquele momento só havia ouvido os relatos de outras pessoas que haviam utilizado esse tipo de serviço. Então precisaria começar por cima, evitando uma experiência ruim logo de cara e acabar julgando mal todas as camgirls. Consegui fazer contato com o pessoal do site CameraHot e expliquei a situação. Fui muito bem atendido através do twitter. Em pouco tempo estava trocando e-mails com os caras sem o menor pudor ou medo. Para minha felicidade eles me presentearam com 200 créditos para usar com uma camgirl especialmente selecionada.

Eu parecia um moleque escolhendo o presente do natal em Junho. O processo todo levou cerca de uma semana para se concretizar. Fiquei pesquisando a camgirl escolhida, olhando suas fotos e tentando entender como iria funcionar. A camgirl selecionada era a Elektra Sexy, uma linda ruiva de seios fartos, boca carnuda, bumbum arrebitado e redondo. Como sou tarado em ruiva, dá pra imaginar o que a Elektra causou em mim antes de nosso pequeno chat começar, né?

O Atendimento da Elektra

O dia escolhido para experimentar minha primeira camgirl foi 20 de julho (ontem). Desde cedo adiantei várias coisas para estar livre na hora marcada do “encontro”. Não me segurei e fui lá dar uma olhada no chat aberto da Elektra umas horinhas antes. Percebi logo de cara que a galera já a conhecia e tinham um carinho muito grande por ela. Fiquei mais tranquilo, porque era óbvio que alguém tão bem querida, não poderia ser uma camgirl ruim. 10 minuto para as 23h, fui correndo o chat. Estava com um puta medo de que ela tivesse esquecido do nosso encontro. A moça já estava me esperando com um corpete vermelho e preto que arrepiou todos os pelos do meu corpo. Não me fiz de rogado e perguntei se poderíamos começar.

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Não curto muito polly dance, mas a Elektra mandou muito bem!

Já de cara, Elektra mostrou porque é tão querida por seus admiradores. Enquanto explicava que aquela seria minha “primeira vez”, ela mostrava que estava lendo com toda atenção. Só isso já a fez marcar 10 dos 100 pontos necessários para ficar bem no meu conceito. Depois que ela me explicou como funcionaria o chat, resolvi que a deixaria me guiar por esse mundo novo. Afinal de contas: “estando em Roma, faça como os romanos”. E foi o melhor caminho que poderia tomar, porque a Elektra é uma excelente camgirl, mostrando uma confiança muito grande de como me conduziria. Iniciamos a sessão com um showzinho onde misturou strip-tease e polly dance. Apesar de eu não ser chegado nesse “teatro de sensualidade”, a moça soube fazer bonito, girando no poste de metal e tirando a roupa de forma sublime.

No momento em que me vi “envolvido” pela magia da Elektra, fiz meu primeiro pedido. Perguntei se poderia escolher a próxima música que ela usaria na dança. Com a maior prestatividade, a ruiva divina foi lá e procurou por Angel, da banda Massive Attack (fiquei com medo de pedir a versão do Sepultura) e colocou para tocar. Talvez por ter sido um pedido, ou pelo fato da música ser bem sensual, o show melhorou ainda mais.

Cada peça do corpete que caía, era uma batida mais forte no meu coração. As coisas esquentaram e me vi obrigado a pedir para ela finalizar a dança sensual, caras e bocas e partir para as “intimidades” mais carnais. Desligada a música, câmera virada para a cama e Elektra nua, parei de me preocupar tanto com os prints que estava tirando para fazer esse relato e aproveitei a oportunidade de curtir com a moça na webcam.

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Nessa hora ela já estava ficando vermelha de tantos tapas no bumbum que dava.

Conversamos um pouco. Pedi para ela me falar do que gostava. A resposta foi simples, direta e linda: “Gosto de inteligência, respeito e educação”, a moça disse com ar de quem sabe daquilo que gosta. Na mesma hora, me senti agradecido pelo pessoal do CameraHot ter escolhido alguém com esse perfil.

Enquanto conversávamos, percebi que a Elektra passava a mão em várias partes do corpo. Estava na hora de ir para ação. Porém eu não queria participar tanto do “momento de alegria”, minha missão ali era observar. Sugeri que brincássemos assim: ela imaginaria que no lugar da câmera estava o homem mais sexy do mundo e que, apesar da pouca distância, os dois não poderiam se tocar. Me achei um idiota por propor a brincadeira, mas para minha surpresa ela topou com bastante entusiasmo.

Daqui pra frente, esse relato se torna um pouco da minha visão como jornalista, misturada com a minha excitação de marinheiro de primeira viagem.

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Sim, são lindos

Cada carícia, cada passada de mão em cima do próprio clitóris, cada gemido (e depois urros), cada levantada de perna, eram movimentos que a Elektra tinha total controle. É lindo ver uma mulher que sabe se dar prazer. Vê-la brincando com o corpo foi mais envolvente do que imaginei ser possível. Como precisava utilizar o brinquedinho novo da CameraHot, o HotConnection, solicitei que ela desse um tempo e me explicasse como funcionaria.


Para aqueles que ainda não sabem, o HotConnection é um vibrador/massageador/estimulador que CameraHot está disponibilizando para suas camgirls. Com ele, o cliente pode controlar toda a intensidade da ação de forma remota, ajustando os níveis de vibração e rotação do brinquedinho de acordo com as reações da moça.

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Esse é o Hot Connection


Como a Elektra é bem elétrica, não demorou muito para que o HotConnection fosse parar dentro dela. O bicho não é pequeno, mas a moça que estava usando também não é fraca. Foi questão de segundos para que ela encontrasse uma posição confortável e introduzisse o massageador bem lá no fundo. Questionei qual nível de vibração ela gostaria e resolvemos que seria devagar, para depois ir aumentando. Não deu dois minutos e Elektra, já com a voz alterada pelo prazer, pediu para que aumentasse o vibro e a rotação do HotConnection.

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Com a vibração forte e a rotação louca dentro dela, a moça passou para a putaria, coisa típica de quem está sendo corroída pelo prazer. Elektra gemeu um pouquinho, depois um montinho e, no final, já estava entrecortando putarias bem pesadas com gemidos sinceros de quem goza com o corpo.

Quando faltava pouco para os 200 créditos acabarem, dei uma parada na brincadeira (me desculpa, Elektra rs) para conhecer um pouco melhor aquela pessoa que estava do outro lado da câmera.

Nem preciso dizer a Elektra é uma personagem, né? A parte interessante é que, ainda sendo uma personagem, ela não é uma cópia ou um clichê do padrão “mulher gostosa que lida com a imagem e o corpo”. A todo momento em que conversamos, ficou nítido que a dona da Elektra não é uma mulher fraca. Só alguém com muita autoconfiança e amor próprio poderia passar tanta honestidade num atendimento como camgirl.

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As pessoas podem dizer “aaaahhhh você tá sendo iludido, ela é paga para isso”. Eu também sou pago para escrever e nem por isso deixo de gostar menos. O caso da Elektra é uma visível pré-disposição para a sensualidade e o erotismo. Falando no português claro: a mulher nasceu para o que faz e ainda faz muito bem.

Se vocês, assim como eu, nunca nem se imaginaram conversando e sentindo prazer com uma camgirl, meu conselho é que parem de mimimi e vão correndo conhecer o site CameraHot. Lá não tem só a Elektra, são diversas camgirls com os perfis mais diferentes possível, apesar de tudo, hoje posso te dizer que: se você for um cara educado e souber respeitar, é a Elektra quem você vai querer ver e ter sua primeira experiência de sexo ao vivo na webcam.

Blog da Elektra >> 


Gostou desse relato com a Elektra? Dá uma passada lá no CameraHot e confere a sala dela e de outras camgirls.

Desde pequeno, "O crítico" é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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