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Quando o assunto são fetiches, a sociedade torce o nariz para tudo o que parece “exagerado”. O BDSM, que parece estar sempre na moda, no dia a dia é visto como algo ruim. A podolatria é tido como algo humilhante e nojento. A asfixiofilia parece ir longe demais. Mas se eu te contasse que existe um fetiche onde as pessoas curtem agulhas e objetos perfurantes? O que você acharia? Então bora conhecer um pouco sobre a Belonofilia e seus limites.

AGULHAS E TUDO MAIS QUE PODE FURAR

Nós tentamos encontrar informações detalhadas sobre a Belonofilia, mas não rolou. Não encontramos dados históricos, origem da palavra ou sequer uma explicação do termo em si. Talvez isso mostre o quão “obscuro” é esse fetiche. Porém a ideia é bem simples: é a excitação sexual pelo uso ou observação do uso e agulhas e/ou outros objetos cortantes.

Fica muito claro que essa é uma filia que está ligada ao BDSM. A coisa toda de ser ou ver outras pessoas sendo furadas, é puro masoquismo/sadismo. A grande questão é que a Belonofilia está dentro de um espectro mais específico. Seus praticantes, normalmente, também curtem tatuagens e trepanação. OBS: ESSA NÃO É UMA CONDIÇÃO ÚNICA. Você pode curtir tatuagens e não ser Belonofilo. Ou você pode ser belonofilo e não ter uma tatuagem sequer.

belonofilia

PORNÔZÃO CHEIO DE SANGUE E AGULHAS

Não existe uma produtora pornográfica focada em fazer apenas vídeos de Belonofilia. Se você buscar em sites de vídeos e cenas pornô, vai encontrar pouco conteúdo ligado ao termo. Na realidade, boa parte das produções que achamos desse tipo, eram amadoras. Parece que essa é uma parafilia, fetiche, que ainda não é bem aceito. Mas se mesmo assim você gostou do que viu aqui, procure por pornôs de sadomasoquismo mais pesados e certamente vai achar essa belezinha te esperando por lá.


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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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