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Imagine um pé sujo, cheio de lama e todo áspero. Não parece ser a coisa mais sensual do mundo, né? Só que existe uma galera que adoraria pegar esse pesinho sujo e enfiar na boca, ou até mesmo em outro lugares. Esse desejo (mais comum do que parece) tem um nome: podolatria. E esse será o primeiro fetiche que vamos falar no nosso novo quadro, o Fetichando. Bora conhecer pouco sobre a podolatria?

O MAIOR DOS FETICHES

Em termos de números, a podolatria é o fetiche mais comum. Por essência podolatra sente atração por pés, mas cada um tem suas características. Alguns gostam apenas de pés, vê-los, toá-los, senti-los, gozar em cima deles. Outros curtem uma coisa mais interativa, com penetração e masturbação com os pés. E também tem a galera que curte ver pés calçados, ou simplesmente sentir cheirinho de chulé.

PODOLATRIA E DOMINAÇÃO

É um dos fetiches mais procurados na internet, tendo grupos em redes sociais e até gente que paga por um sapato usado. E apesar de não necessitar de interação sexual direta, a podolatria tem uma forte ligação com a dominação. Muitos podolatras são submissos, pois existe uma relação entre o ato de pisar e o ato de ser pisado. No sadomasoquismo é normal ver cenas onde o(a) dominador(a) coloca seus pés sobre a cabeça e/ou pescoço em cima do submisso.

podolatria

PRONÔ PODOLATRA

É claro que a industria pornô não ia deixar esse fetiche de lado. Existem poucas produtoras focadas, normalmente elas fazem faz vários tipo de filmes ligados a fetiches diferentes. No Brasil a produtora que mais tem olhado para o mundo fetichistas é a Xplastic. Eles tem um seguimento todo para quem ama os pesinhos. Mas se você tá pobre e não tem onde comprar, uma simples pesquisa no Xvideos já ajuda.

http://fetishgurl.tumblr.com/post/113849346244/another-footjob


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Desde pequeno, "O crítico" é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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