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Tem gente que nasceu pra fuder! E não me entenda mal. Não estou dizendo que essas pessoas não sabe fazer outras coisas da sua vida. O ponto aqui é que tem gente que fode tão bem, que assisti-las é um privilégio. No pornô nacional, poucas são as atrizes que conseguem passar naturalidade em suas cenas. Uma dessas estrelas é a Patrícia Kimberly, a musa de quem vamos falar hoje no MPB.

A LOIRA QUE JÁ FOI RUIVA

Apesar de fazer um estilo mais “ninfetinha”, Patrícia Kimberly é um mulherão com bastante experiência. A loira entrou no pornô em 2002, com 18 anos. Porém seu primeiro contato com o mundo do erotismo, foi quando começou a dançar em boates de de stripper, enquanto cursava faculdade. Seu envolvimento com essa área já era esperado. Em algumas entrevistas, Patrícia confidenciou que sempre gostou de se exibir. Seu sonho era sair na capa de uma revista masculina.

Dentro do mercado pornô nacional o nome Patrícia Kimberly já não é visto mais como algo “alternativo”. Apesar de loira não fazer parte do pequeno grupo de atrizes reconhecidas fora da industria, ela já acumula prêmios e uma quantidade invejável de cenas. São mais de 300 participações em cenas, que vão desde o softcore ao DP. Patricia também apresentou um o programa “Assinante Garanhão” do Canal Adulto, onde o público pode ver que além de fuder maravilhosamente bem, a loira  tinha um jeito natural. Hoje em dia a moça é considerada uma das atrizes que mais produz. Seu canal no Safada.TV, do qual já falamos aqui, tem mais de 20 vídeos e 54 mil visualizações.

CORPINHO NATURAL QUE CONQUISTA

Como fãs de pornô, valorizamos muito as qualidades naturais de uma atriz. Não que não gostemos de peitos siliconados e mulheres hiper malhadas. Mas a verdade é que depois de um tempo, as atrizes de corpo e atuações mais naturais, tendem a chamar mais nossa atenção. E nesses quesitos a Patrícia Kimberly se destaca dentro do cenário pornô nacional.

Para fazer essa matéria, tive que ver várias das cenas da Patrícia. É uma forma de pesquisa, porque admito que conhecia pouco da atuação da moça. O que sabia era de opiniões alheias. Porém depois de me deliciar com pelo menos 50 cenas diferentes da Patrícia Kimberly, ficou claro uma coisa: ela gosta do que faz. Esse detalhe (não tão pequeno) é muito importante, e fica ainda melhor se pensarmos que ela tem um corpo “normal”.  E “normal” nesse caso, significa que ela tem o mesmo corpo da sua colega de trabalho, que senta do seu lado todos os dias. Patrícia Kimberly é a prova nacional de que qualquer mulher pode ser sensual, é só gostar do que se faz.


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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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