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Quando a atriz pornô é boa, qualquer cena fica boa também. E não estamos falando sobre ser “gostosa” ou “bonita”. Boas atrizes pornô chamam atenção pela forma de como atuam. Algumas passam realismo, outras te fazem imaginar. Você bate o olho na cena e consegue se imaginar ali, transando daquele jeito, com aquela mulher. Uma das poucas que conseguem esse efeito é a Siri, e é justamente sobre ela o perfil que faremos hoje.

A “princesa das chubbys”

Siri começou sua carreira aos 19 anos, em 2012. Na época ela trabalhava num bar, enquanto cursava faculdade de comunicação. Percebendo que o mercado pornô poderia render muito dinheiro, a jovem resolveu que entraria com tudo nesse ramo. Seu maior problema era justamente o corpo. Ela não está dentro dos padrões de beleza que a indústria convencional do pornô gosta de explorar.

Siri

Se auto agenciando, Siri conseguiu uma vaga no elenco de Amazing Asses 1. O filme é bem “normalzinho” e sua cena é bem simples, quase estilo gonzo. Mas, apesar desse começo simplório, a jovem aprendeu rapidamente a explorar seu corpo. Extremamente branca, com seios gigantes e curvas volumosas,  ela utilizou essas características como diferencial. Com muitas cenas de espanhola e várias de dominação, ela ficou conhecida em pouco tempo como a “princesa do pornô chubby“.

A carreira de Siri conta com um total de 131 cenas. Vai do pornô comum, até começar sua participação no cenário BDSM em 2013. Ao longo dos 5 anos de trabalho, Siri foi indicada 23 vezes a prêmios. Assim como passou pelas principais produtoras. Nomes como: Evil Angel, Girlfriends Films, Lethal Hardcore, New Sensations, Reality Kings, Bang Productions, Score, Hard X, Brazzers, ErosArtsDevil’s Films.

Siri

Primeiro anal e a saída do pornô

Dois momentos marcantes da carreia de Siri foram suas primeiras cenas de sexo anal e sexo interracial. O primeiro anal foi muito esperados pelos fãs. Apesar de explorar bem o corpo, Siri ainda não tinha topado algo do tipo. A cena, em si, não é nada demais. Já o primeiro interracial, chega a ser piada. Uma cena medíocre feita com a atriz Amy Anderssen, que tem descendências árabe. Depois disso a Siri ainda fez alguns outros trabalhos focados em BBC (Big Black Cock), mas também nada demais.

Infelizmente a moça avisou no meio do ano passado (2016) que sairia do pornô. Mais especificamente, Siri deixou claro que não faria mais cenas hétero e que apareceria cada vez menos. Seguindo a tendência de algumas atrizes, ela está fazendo shows em seu site oficial, quase como camgirl.

Publicidade é tudo e a Siri sabia disso

O nome de Siri é uma versão encurtada do nome escandinavo comum Sigrid, que significa a “vitória bonita”. E a moça soube vencer em pouco tempo de carreira. Para quem se auto agencia, ela o faz muito bem, mantendo um bom relacionamento com os fãs e produtoras. Seu perfil no twitter é quase exclusivamente comercial, sem mostrar muito de sua vida fora do pornô.

O fato de ter cursado faculdade de comunicação, provavelmente a ajudou muito. Siri soube investir de forma correta em sua imagem, buscando sempre  o pornô de fetiche leve. Numa de suas primeiras cenas, ela se veste de Power Girl, fazendo um link direto com seus admiradores mais nerds. E em quase todos os trabalhos, utilizou os seios grandes e as curvas fartas como elemento de sedução.

O que achamos da Siri?

Ruiva, cara de safada, peitos grandes e gordinha. A Siri tem vários elementos que gosto muito numa atriz. Mas  talvez sua maior qualidade seja a expressão de “eu gosto de estar aqui”. Enquanto várias atrizes pornô parecem filmar apenas pela grana, ela passa a ideia de estar confortável nas cena. Só isso já faz da Siri uma daquelas atrizes que se tornam ícones. As cenas dela rendem boas “homenagens” e você nunca cansa de ver.

Ficha Técnica
Nome Real: Siri
Nascimento: 20 de junho de 1988
Cidade Natal: Minneapolis, Minnesota, Estados Unidos
Total de Cenas: 131
Ano de entrada: 2012
Primeiro filme: Amazing Asses 1

 

 

 

 

Compilado de Cenas

 

 


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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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