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Relato enviado pela leitora que pediu para ser chamada de “Felipa”

“Era um final de semana na casa da minha vó e lá estava eu com uma meia dúzia de colegas, explorando a casa, quando uma prima lembrou de algo muito interessante que ela havia visto outro dia no quarto de uma tia. Mas tudo tinha que ser muito sigiloso.

746613028093189Entramos no quarto, ela se sentou no chão ao lado da cama e pegou algumas revistas que estavam em baixo da cama. Eram revistas de mulheres peladas. Revistas antigas, lembro apenas que achava aquilo tudo muito sem graça, pra todo aquele êxtase, que todos estavam. Achava aquilo normal. Eram apenas pessoas nuas. Logo um adulto chegou, se aterrorizou e todos foram obrigados a se explicar e despertar (risos). Mas as imagens ficaram durante muito tempo nos meus pensamentos.

Um segundo momento com a pornografia foi quando encontrei uns dvds do meu pai, numa gaveta de roupas dele. Aguardei que todos saíssem, pra que eu pudesse assistir e lembro que foi a primeira vez que fiquei excitada. Porém o mais surreal, era que eu tinha a sensação de que eu já conhecia aquilo. Das tantas conversas que minha mãe já tinha tido comigo. Mas aquilo era como os adultos faziam. E aquilo me fascinava. Sexo sempre me fascinou e sempre foi um assunto muito pertinente.

Hoje percebo que essas minhas primeiras experiências com a pornografia, refletiram bem toda minha sexualidade ao longo dos anos. Enquanto construí uma expressão pronta de “uau” quando os assuntos eram pornográficos (minhas amigas da época eram caretas, enquanto eu sempre quis o sexo em si), internamente sempre me questionei sobre qual era minha verdadeira opinião sobre aquele assunto em questão. Sempre aberta e cada vez mais libertadora.

Mas passei muito tempo acreditando que o jeito “certo” de transar, era daquele jeito sem nenhum tesão que muitos filmes mostram. Que era normal fingir orgasmos. Lia todos os meses revistas que ensinavam mil formas de uma mulher fazer um sexo X, Y ou Z. E depois de muito tempo isso tudo mudou. Dei preferência para aquilo que eu realmente gostava e comecei a me conhecer melhor. Me tocava com mais frequência e isso me deu mais conhecimento do meu corpo. Do quanto é necessário transar (risos).

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Se toca minha filha, SE TOCA!

Hoje a pornografia ganhou outro significado. Seleciono aquilo que assisto, entendo do que gosto e do que não gosto. Experimento. Me excito e me divirto.”

E para as meninas que leram esse relato e querem se tocar mais, vai uma dica: passem na loja Sensual SexShop e comprem um belo, grande e forte vibrador, pra ajudar no ato. Os preços estão gostosinhos. Só clicar aí na imagem 😉

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