Sex Machina A XXX Parody

Robôs de aparência humana? Em formato de lindas mulheres? Presas num mansão no meio do nada? Com apenas dois cientistas nerds para lhes fazer companhia? Porra! Como ninguém percebeu que o roteiro do filme de Ex Machina parecia uma produção pornô? Bom… A verdade é que alguém dentro da Digital Playground notou essa semelhança e resolveu filmar de Sex Machina: A XXX Parody. Agora cabe a nós fazer a resenha dessa “produção maravilhosa” que une ficção científica e sexo.

Sex Machina merece a mesma atenção que o original?

Não tem muito o que “adaptar” em Ex Machina. A história é basicamente feita para ser pornográfica. Ela conta sobre um programador que é chamado para fazer um “teste” dentro de mansão no meio do nada. Esse tipo de coisas por si só já lembra o começo de muito filme pornô. A coisa só piora quando o tal programador descobre que a tal máquina, é na verdade robô em formato de mulher (bem gostosinha). Vai me dizer que não lembra um dos filmes da Emmanuelle.

A paródia Sex Machina se aproveita desse “meio caminho andado”. Nessa paródia temos um “cara” (Ryan Ryder) que é convidado para ir testar um novo estilo de “diversão”. O legal é que isso tudo acontece quando o notebook dele é hackeado enquanto o puto estava vendo um pornozão. O nome disso é metalinguagem, mas quem está aqui para aprender sobre cinema?

Aria Alexander mandando bem em Sex Machina

As cenas de sexo começam depois de 7 minutos de filme. Se você curte ver meteção logo de cara, não vai ficar entediado enquanto vem a putaria. A historinha que é contada é legal e bem humorada. Dá pra rir um bocado com as interpretações ruins e com o texto idiota.

A primeira cena de sexo é com a linda Mia Lelani, que parece asiática, mas não é. E ela também protagoniza a melhor cena de sexo oral do filme. Depois disso é só pedrada na cabeça. Jayden Cole e Eva Lovia numa daquelas cenas de sexo lésbico que te faz ficar arrepiado. Seguido de um menage entre o Tommy Gunn, Kat Dior e o  Ryan Ryder. Mas o destaque vai mesmo para a protagonista do filmes: Aria Alexander.

Quem já viu algum filme com a Aria Alexander, sabe que ela não faz o estilo “atriz pornô topa tudo”. A moça começou a gravar em 2014 e tem só umas 80 e poucas cenas no currículo. Em Sex Machina ela tem duas cenas, que são as melhores. E fica fácil de entender porquê a jovem é tão bem cotada: Aria Alexander fode com o corpo todo! Mesmo usando uma peruca azul ridícula, você fica com tanto tesão vendo essa mulher transar, que é impossível não bater uma.

Sex Machina vale apena?

Sex Machina é bem produzido, tem cenas de sexo boas e anima qualquer um. Obvio que um filme muito comercial. Não dá para esperar outra coisa de uma paródia pornô, mas nem por isso deixa de ser bom. A história está ali, mas não atrapalha a parte do sexo. Na verdade as duas casam bem, e você chega a pensar “olha… isso aí até que poderia rolar”. Claro que teria de ser num universo paralelo, mas ainda assim poderia rolar.

Eu indicaria esse filme só pelas ótimas atuações da Mia Lelani e da Aria Alexander. As duas atrizes mostram uma coisa mais “dominação”, ainda que “bem leve”. A cena de oral da Mia Lelani é realmente acima da média. Enquanto as duas cenas de sexo da Aria Alexander são de extremo bom gosto. Então… podem baixar/alugar/comprar esse filme sem medo de ser feliz.

Sex MachinaFicha Técnica
Nome: Sex Machina: A XXX Parody
Ano: Maio de 2016
Produtora: Digital Playground
Duração: 170 minutos
Elenco: Aria Alexander, Eva Lovia, Jayden Cole, Kat Dior, Mia Lelani, Alec Knight, Ryan Ryder, Tommy Gunn


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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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Crítico de Pornô

Desde pequeno, "O crítico" é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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