Qual é a história do original?

Não tem muito o que dizer. O filme segue a mesma história do original e se você ainda não viu The Big Lebowski, saiba que ele tem o mesmo tom de ironia e sarcasmo que tento manter aqui no PBG. Caso você veja o trailer e se interesse, recomendo assistir The Big Lebowski como uma questão de “honra”, apesar de ser um grande ícone “cult”, não vai te acrescentar muita coisa ou mudar sua vida, mas será uma hora e meia bem gasta.

Uma analisa “profunda” de The Big Lebowski: A XXX Parody

Quando me mostraram que existia uma paródia porno do filme The Big Lebowski, minha primeira reação foi a incredulidade. Simplesmente não dava para acreditar que alguém tinha tido a ideia de transformar um filme já considerado “alternativo” em algo ainda mais “alternativo”.

Passado o susto. Baixado o filme. Dado o play, minha segunda reação foi materializada na forma de um sorriso muito sacana. Tive a total certeza que diversão e risada seriam duas constantes.

The Big Lebowski: A XXX Parody é genial em todos os aspectos. Pra provar que não estou errado: a primeira cena de sexo acontece em 4 minutos de filme, o que é bem incomum e demorado. Eles cozinham bem antes de ir direto pro sexo.

Aqueles que já viram O Grande Lebowski, sabem muito bem que a história toda só é possível graças a uma sequência onde um cara vestido de couro mija no tapete do Dude (protagonista). É a partir dessa sequência que o filme desenrola de uma forma louca e divertida.

O diretor dessa paródia foi tão genial que pensou “ok, aqui já pode começar o sexo”. Em vez da cena com um cara mijando no tapete, temos uma bela sequência com o melhor do sexo em cima do tapete. Dado esse primeiro contato com o conteúdo sexual do filme, vocês podem até pensar que o resto da produção seguirá na mesma linha de sobriedade. Porém “sóbrio” é a palavra menos usada durante as mais de duas horas que se estendem ao longo de várias situações que terminaram ou começaram com sexo.

Ao todo são sete cenas de sexo. Dois ménages (o segundo é com a maravilhosa London Keyes); Uma orgia lésbica com seis mulheres beirando o absurdo de tão lindas; Três cenas de sexo nada simples “simples”; e um boquete frenético. Essa quantidade exagerada de piroca e pepeca voando pela tela conseguiu tornar o filme mais interessante. Mas obrigou a história a seguir mais rápido do que aconteceria no filme original. Se pra você isso for um problema, então… bom, foda-se.

Uma paródia bem feita

O nível de qualidade no referente a atuação é quase tão bom quanto a parte do conteúdo mais picante. Os atores da paródia não são perfeitos, mas em nenhum momento deixam a peteca cair. Eles tentando manter a mesma mentalidade (ou foco) com que o filme original foi feito.

Muita ironia, leves toques de sarcasmo e a constante presença do trágico cômico fazem a paródia transcender qualquer expectativa. Qualidade refletida também na parte de cenografia, caracterização dos personagens, figurinos e edição. Até agora eu não havia visto um filme com um áudio tão bem finalizado.

Vale apena ver The Big Lebowski: A XXX Parody?

Quem resolver ver The Big Lebowski: A XXX Parody, não vai se arrepender, porque, além de ser engraçado de uma maneira inteligente, é o tipo de produção porno que pode e deve ser compartilhada com a(o) companheira(o). Garanto fortemente que serão 2 horas nas quais vocês vão rir e curtir.

LebowskiFicha Técnica
Nome: The Big Lebowski: A XXX Parody
Ano: Maio de 2010
Produtora: NewSensations
Duração: 158 minutos
Elenco: Tom Byron (The Dude), Kimberly Kane (Maude Lebowski),James Deen (Jesus), Peter O’Tool (Walter), Eddie Adams(Donny), Bobbi Starr (Betty), Keni Styles (Woo), Briana Blair (Bunny Lebowski), Carla Cox (League Commisioners’ Wife), Kristina Rose (Gulp War Mediator), Anthony Rosano (George Lovesbush), Rocco Reed (Sadam Whocame), Alexis Grace (Pinball Girl (as Ashley Grace)), London Keyes (Sherri), Steve Holmes (Karl Hungus) e Evan Stone (Brandt/The Stranger).

Trailer


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Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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