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The_officeArgumento:

Seguindo o formato de uma das maiores série de sucesso sobre o cotidiano nos locais de trabalho, The Office: A XXX Parody conta como é o dia a dia dentro de uma das várias filiais da empresa Dinder Muffin. Michelle (Ashlynn Brooke) é a big boss e tenta, apesar das trapalhadas, tornar o escritório um local divertido para todos os seus funcionários, enquanto as câmeras do “programa” mostram muito mais do que deveriam.

Analisando o pouco de roteiro presente no filme:

GIANNA MICHAELS, ALEXIS TEXAS, JENNA HAZES E FAYE REAGAN, isso é tudo o que você precisa saber sobre The Office: A XXX Parody, o chato é que geralmente as paródias porno tem alguma “história” para contar, elementos que trarão o lado cômico, cuja função é aliviar a consciência de quem está assistindo ou permitir uma “degustação” em conjunto com parceiras(os), mas nesse caso, esse paragrafo é somente uma afirmação das lindas lembranças que esses 4 nomes compostos podem causar.

Quem já viu a série The Office, sabe que a segmentação do conteúdo é bem “diferente” do normal. A versão inglesa (a primeira) foi a percursora de um gênero de comédia novo. O seriado se passa dentro de um escritório e fala sobre o círculo social louco que a vida profissional pode trazer. Em tese, a paródia deveria ter personagens que fossem parecidos com os originais, porém não é bem o que acontece. Os diálogos são completamente desconexos e os aspectos que deveriam lembrar o seriado passam muito distantes.

Em The Office: A XXX Parody o que existe é apenas o plano de fundo tentando levar a ideia de que o filme é uma versão sexual e cômica, quando na verdade é tudo uma grande desculpa para longas (SIM, EU DISSE LONGAS) cenas de sexo que terminam como começam, sem explicação ou contexto.

Essa foto mostra como a bunda da Alexis Texas é grande pra caralho!

Essa foto mostra como a bunda da Alexis Texas é grande pra caralho!

São um total de seis cenas de sexo bem hardcore, e apesar dessa quantidade abaixo do costume, as cenas tem uma média de duração de 20 minutos, bastante se considerado outras produções. O que resta como ponto focal do filme é o casting e a forma de atuação solta, ou seja, estou querendo dizer que nunca vi atrizes que aparentavam estar tão satisfeitas com o nível de “interação” das cenas.

Devo admitir que é preciso respeitar um filme que coloca a Jenna Hazes completamente solta, no melhor de sua desenvoltura, sem nem mesmo terem passado cinco minutos de execução, sendo que apenas alguns minutos depois o que vemos é uma perfeita cena de lesbianismo entre a gloriosa Gianna Michaels e a menina prodígio Faye Reagan. Respeito muito um diretor que tem culhões para aguentar esse tipo de produção e ainda achar que é pouco para quem baixou/comprou o filme.

The Office: A XXX Parody termina num ménage que conta com as presenças de Ashlynn Brooke e Alexis Texas, mostrando para quem for de interesse que muito dinheiro foi gasto numa produção que peca por não ter conteúdo cômico, mas é capaz de ganhar muitos pontos pelas pessoas envolvidas.

Como indicação, acredito que The Office: A XXX Parody é mais voltado para um público que se masturba constantemente e não está muito preocupado com a “historinha” à ser contada. Porém, caso haja vontade de assistir esse filme com mais alguém, minha dica é deixar para um dia que sua seu) companheira(o) estiver mais “animada(o)”, porque a última coisa que será notado são os erros de roteiro ou a falta de lógica.

Ficha Técnica Nome: The Office: A XXX Parody
Ano: Março de 2009
Produtora: NewSensations
Duração: 152 minutos
Elenco: Jenna Haze (Sam), James Deen (Jimmy), Ashlynn Brooke (Michelle), Stephanie Swift (Gin), Codi Carmichael (Angela), Dane Cross (Dwayne), Faye Reagan (Mary Beth), Gianna Michaels (Candy), Dhalia Denyle (Kylie), Ralph Long (Kevin), Rocco Reed (Oswald), Alexis Texas (Holly)  e Mark Wood (Toby).

Trailer

Desde pequeno, “O crítico” é visto como um cara chato por aqueles que o conhecem. Sempre procurando analisar e desenvolver teorias, era um dos poucos adolescente que não se masturbava vendo filmes pornô. O Crítico batia punheta lendo as colunas de crítica do Rubens Ewald Filho.

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